Introdução

Pretendemos abordar nesse blog a importância da afro descendência para todos nós brasileiros. Pois os costumes, comidas típicas, tudo, faz parte da mistura de culturas diferentes e que hoje faz parte da cultura do nosso país.
Nosso estudo sobre a afro descendência é interessante, pois assim temos a oportunidade de acompanhar a história, por isso, o dia da consciência negra foi incluído no calendário escolar para que alunos possam participar de trabalhos sobre o assunto e poder adquirir mais conhecimento para que possamos estar por dentro de tudo que compõe a afro descendência.
A resistência à escravidão já se manifestou desde o início do tráfico, em meados do século XVI. Os escravos escapavam de seus senhores e formavam comunidades de fugitivos que se protegiam mutuamente. O governo português denominava como quilombo qualquer agrupamento com mais de seis escravos fugitivos. O primeiro quilombo de que se tem registro surgiu na Bahia em 1.575.
O quilombo mais conhecido e que resistiu por mais de um século foi o quilombo dos Palmares.
A cultura afro descendente também teve ajuda de costumes mulçumanos, como o uso da roupa branca e a sexta -feira ser sagrada( consagrada a Oxalá) trazidas ao Brasil no século XVI.
Esperamos que os nossos leitores tenham um bom entendimento do assunto e que os alunos possam tirar proveito do conteúdo mostrado aqui nesse blog.


(BARBOSA, Tiago, 2ºano E.E. Oswaldo Lucas Mendes)

Nego

Um comentário:

Nego, quebra os grilhões da desigualdade!
Conquista o sonho da liberdade, que este mundo também é seu!
Nego, prova a comida dessa gente!
Vê se parece com aguardente, foi do seu pranto que ele bebeu.
Traz nessa mescla a delícia, de uma fala sem malícia
Que fez o povo brasileiro.

Ah, Sinhazinha vai panhá!
Incontrô o sinhozim, iscondido no paió!

Oh nego! Traz para nós a sua esperança
No seu gingado a sua dança, capoeira vai quebrar!
Mas, oh nego, sua motiz coloriu o Brasil,
Sua beleza nos conduziu... para a nação de uma só tez.

Antropologicamente eu falo agora,
Sua cultura deu vez à história!
Tantos que se deram bem, em minha lembrança,
Agora lhe devem também... a obrigação e a vez!

Rei Obama, chama suas marcas para a reunião.
Chicote que escreveu... esta canção
Traz a proposta de flores nas mãos
Novos tempos para o povo do mundo inteiro.

Ah, Sinhazinha vai panhá!
Incontrô o sinhozim, iscondido no paio!




(MAÍRA, Áurea - aluna da 8ªsérie da E.E.O.L.M)

Fotos da Exposição

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P.S: Para melhor visão das fotos clique em cima delas para velas em tamanho maior.

Video das Apresentações

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Apresentações da E.E. Oswaldo Lucas Mendes

video

O Grupo Craz fez uma apresentação em homenagem ao Maculele.

Já os alunos do 3º ano matutino fizeram uma homenagem ao Samba com os alunos Guilherme e Élida.

A aluna da 8ªsérie Amanda Pinheiro cantou ao som de tambor e berimbau a canção da compositora Áurea Maíra também da 8ªsérie.

Também apresentaram uma dança com a música Berimbau Metalizado da cantora Ivete Sangalo as alunas do 3º ano matutino e os alunos do 2ºano matutino fizeram uma encenação sobre a escravidão.

Dia da Consciência Total

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Se o ser humano se conscientizasse de que todo homem é igual quanto à matéria de que é feito, mas muito diferente em relação às escolhas que faz, que ele é parte da natureza e depende dela tanto quanto ela dele, que a liberdade é um sentimento que se conquista com a mente limpa e consciente, que o mundo é um só, apesar de falar em diversas línguas e se comportar de maneiras diferentes, que em cada ser humano, tão diverso um do outro, está a semente para uma nova vida, que gerará uma outra vida e assim por diante, com toda certeza não seria necessário um dia especial para os negros. Todos os dias deveriam ser dedicados à confraternização entre todos os povos que compõem a humanidade, independente do credo, da raça, dos hábitos. E esse é o principal objetivo pelo qual o homem deveria lutar.


(RIBEIRO, Priscila, aluna 2ºano do E.E.O.L.M)

Música e dança

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A música criada pelos afro-brasileiros é uma mistura de influências de toda a África subsaariana com elementos da música portuguesa e, em menor grau, ameríndia, que produziu uma grande variedade de estilos.
A música popular brasileira é fortemente influenciada pelos ritmos africanos. As expressões de música afro-brasileira mais conhecidas são o samba, maracatu, ijexá, coco, jongo, carimbó, lambada e o maxixe.
Como aconteceu em toda parte do continente americano onde houve escravos africanos, a música feita pelos afro-descendentes foi inicialmente desprezada e mantida na marginalidade, até que ganhou notoriedade no início do século XX e se tornou a mais popular nos dias atuais.
Instrumentos afro-brasileiros
Afoxé
Agogô
Atabaque
Berimbau
Tambor
Xequerê




Capoeira

Capoeira é uma arte marcial criada por escravos negros no Brasil durante o período colonial. Conta-se que os escravos diziam aos senhores que era apenas uma dança e, então, o treino era permitido. Assim, a capoeira é sempre praticada com instrumentos de percussão, música cantada, dança e, em algumas versões, acrobacias.
A capoeira é marcada por movimentos que enganam o oponente, geralmente feitos no solo ou completamente invertidos.
Recentemente, a capoeira tem sido bastante popularizada, sendo até o tema de vários jogos de computador e filmes. Freqüentemente é mencionada na música popular brasileira.

Culinária

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A cozinha brasileira deriva em grande parte da cozinha africana, mesclada com elementos da cozinha indígena e portuguesa.
Na Bahia existem duas maneiras de se preparar os pratos "afros". Uma mais simples, sem muito tempero, que é feita nos terreiros de candomblé para serem oferecidos aos Orixás, e a outra, fora dos terreiros, onde as comidas são preparadas e vendidas pela baiana do acarajé, nos restaurantes, e nas residências, que são mais carregadas no tempero e mais saborosas. A culinária baiana é a que mais demonstra a influência africana nos seus pratos típicos como acarajé, vatapá e moqueca.
A feijoada é considerado o prato nacional do Brasil. É basicamente a mistura de feijões pretos e carne de porco. Começou, certamente, quando escravos negros tentaram reproduzir pratos típicos da culinária portuguesa da região do Porto que misturavam feijão branco com carne de porco. Os escravos negros modificaram a receita, pois só tinham acesso a feijões pretos, às partes rejeitadas do porco que eram salgadas (pés, rabos, orelhas) e à carne-seca. A feijoada é acompanhada pela farofa, prato a base de farinha de mandioca, com origem indígena e couve refogada.

Arte

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O Alaká africano, conhecido como pano da costa no Brasil é produzido por tecelãs do terreiro de Candomblé Ilê Axé Opô Afonjá em Salvador, no espaço chamado de Casa do Alaká.
Mestre Didi, Alapini do Culto aos Egungun e Assògbá (supremo sacerdote) do culto de Obaluaiyê e Orixás da terra, é também escultor e seu trabalho é voltado inteiramente para a mitologia e arte yorubana.
Na pintura foram muitos os pintores e desenhistas que se dedicaram a mostrar a beleza do Candomblé, Umbanda e Batuque em suas telas. Um exemplo é o escultor e pintor argentino Carybé que dedicou boa parte de sua vida no Brasil esculpindo e pintando os Orixás e festas nos mínimos detalhes, suas esculturas podem ser vistas no Museu Afro-Brasileiro e tem alguns livros publicados do seu trabalho.